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Especialista dá orientações para economizar energia no verão

Mesmo no verão, quando o uso de ar condicionado e ventiladores é praticamente inevitável, engenheiros do Instituto Nacional de metrologia, o Inmetro, dizem que é possível economizar energia e, é claro, dinheiro.

Escrito por | Quinta, 06 Fevereiro 2014 12:30 | Publicado em Notícias


O engenheiro do Inmetro Fábio Real dá algumas dicas que, às vezes, passam despercebidas. O ideal é trocar hábitos. Fogão e geladeira precisam ficar longe um do outro. O fogão gera calor e pode aquecer a geladeira. Com isso, ela gastaria mais energia para se manter gelada.

No banheiro, deixe o chuveiro na posição verão. Segundo o engenheiro, isso representaria uma economia de R$ 6 por mês por pessoa. No quarto, o ideal é abrir as janelas e persianas, para evitar acender as luzes.

Outra dica muito importante é proteger a parte externa do ar condicionado do sol, sem tapar as saídas de ar. Quando o assunto é economia, não esqueça que o ar condicionado sempre será um dos vilões da estação mais quente do ano. “O aparelho ligado por oito horas consome em torno de R$ 60, R$ 80 a mais que vem na conta”, explica o engenheiro.

Confira algumas dicas do Inmetro para economia de energia:

- Lâmpada incandescente

Pode parecer mais barata porque custa menos na hora da compra, mas, em geral, a fluorescente compacta é quatro vezes mais econômica e dura de oito a dez vezes mais. Em um ano, somente trocando as incandescentes por fluorescentes compactas equivalentes a economia é de cerca de R$ 230, em um apartamento de dois quartos.

- Geladeira:

São classificadas quanto à eficiência energética. O modelo mais simples, de uma porta, classificado como A em comparação a um classificado como E, representa uma economia de R$ 54 em um ano (em 10 a 12 anos, período médio de vida da geladeira, isso equivale, praticamente, a compra de uma nova). Em geladeiras maiores essa relação pode ser até superior. Um combinado, em média de 300 litros, pode economizar mais de R$ 100 por ano. Boas dicas para manter sua geladeira eficiente: não a instale perto do fogão ou em local onde bata sol, mantenha-a limpa, não seque roupas atrás do motor e verifique a borracha de vedação. Se a geladeira tem mais de 10 anos, comece a planejar a troca, pois ela começa a perder sua eficiência e começará a custar cada vez mais para funcionar.

- Televisão:

A etiquetagem de televisores se refere ao consumo em modo espera (stand by). Em 2013, o Inmetro revisou o programa e incluiu a eficiência também no modo ligado. Se somarmos todos a aparelhos de TV da casa, além do forno de microondas e outros que ficam ligados direto na tomada, a conta de energia pode aumentar bastante. Por isso, desligue seus aparelhos da tomada quando não for usar.

- Lavadora de roupas:

a etiqueta informa o consumo por ciclo, ou seja, quanto se gasta de energia elétrica cada vez que a máquina é acionada para lavagem. E ela gasta a mesma coisa, independente da quantidade de roupa que foi colocada dentro. Por isso, a recomendação é que o consumidor não use a máquina para lavar pequenas quantidades de roupa e, sim, aproveite a capacidade total indicada pelo fabricante.

- Chuveiro:

Consumidores mais atentos já devem ter observado que essa etiquetagem é diferente. Ao invés da eficiência energética, o que o Inmetro classifica é a potência do aparelho. Ou seja, produtos menos potentes, que gastam menos energia elétrica, mas aquecem menos a água, são classificados nas faixas superiores da etiqueta (A, B, C). Já as mais potentes, que gastam mais energia e aquecem mais água, ficam nas classificações inferiores. Nesse sentido, são três as principais dicas: primeiro, compre o produto mais adequado à sua localidade. Se você mora em uma região quente do país, um chuveiro ‘A’ ou ‘B’ é suficiente para aquecer a água a uma temperatura confortável (lembrando que conforto é um conceito muito pessoal). Se você mora em uma região mais fria, chuveiros ‘E’, ‘F’ e ‘G’, em tese, seriam mais adequados. Em segundo lugar, banhos não devem durar mais que oito minutos. Mais que isso, é desperdício de água e energia, que pesam no seu bolso. Terceiro, em dias mais quentes, use o chuveiro no modo “verão” ou potência mínima. Um chuveiro classificado como 'D’, bastante comum em uma cidade como o Rio de Janeiro, consome em média 23kWh/mês. Multiplicando pela tarifa média no Brasil (R$ 0,50 o kWh), o gasto aproximado é de R$ 12 por pessoa, em cada mês. Uma família que utiliza o aparelho na posição ‘verão’ gasta a metade deste valor.

 

Fonte: http://g1.globo.com/jornal-hoje/

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